
Não, eu não vou te convidar pra usar o MegaBônus.
Por que? Porque eu sempre achei que quem pensa na hipótese de realmente adquirir e/ou postar sobre tal é porque não tem renda fixa e/ou não pode ter NENHUM outro cartão de crédito e/ou quer tirar vantagem em cima de quem irá se dar o trabalho de informar código e o diabo pra ter o cartão. Sendo assim, não me enquadro-ado em nenhuma opção.
Pois, hoje depois de ver o centésimo blog, convidando os leitores para terem o cartão, ví que o Terra-Dinah tinha divulgado ontem uma matéria sobre o Mega Bonus. Depois da matéria do Terra eu me dei o trabalho de voltar ao blog que eu estava lendo, catar o post e finalmente LER o que o cara tinha escrito relacionado ao assunto.
Será que ninguém cita que o cartão é pré-pago? Eu pergunto, porque não é um serviço que algum dia tenha me interessado. É uma coisa tão óbvia que chega a ser ridícula. O blog em questão não citava. E os outros que eu canso de só passar os olhos e ver que, lá estão eles pedindo pro leitor pegar o telefone e blá blá? Citam?
E assim, aqueles que não o fazem, não seria mais bacana, já que escrevem posts enormes falando sobre o serviço do MegaBônus, acrescentarem esse pequeno detalhe? Não vou nem comentar sobre a postura do Unibanco. Nem o próprio se manifestou a respeito. O caso do Levi é só um exemplo do que se vê por aí. Existem muitos detalhes que na maioria das vezes não são acrescentados. Em todos os sentidos.
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Sim, agora são 06 horas e 46 minutos. Bom dia.
Sim II, eu acordo cedo pra caceta.
E sim III, eu já acordo incomodando.




De novoooo. E desta vez não é na Venezuela não… Lembra? Lá tiraram o seriado do ar pra colocar a mulher-de-peito Pamela Andreson no lugar. Quem não quer saber da família do Bart, agora é a Argentina. Os hermanos ficaram putinhos com o episódio em que Perón é criticado em um diálogo. Curtíssimo por sinal. Mas já bastou.
Uma decisão de um juiz da 31ª Vara Civil de São Paulo pode bloquear o acesso de internautas brasileiros ao site de blogs 

Justiça decide: esperma é propriedade da mulher!Usar esperma para engravidar sem autorização do homem não caracteriza roubo porque “uma vez ejaculado, o esperma se torna propriedade da mulher”.
Já parou pra pensar sobre a jurisdição do relacionamento?! É puro processo. Quer ver? Então te provo como é tudo tudo tudo puro processo mesmo, tudo uma questão de interpretação. Bom, todo relacionamento traz embutido um processo de conhecimento, ao qual se segue o processo de execução.

